
No chão da calçada estendida, sem se mover, atónita
E tudo pemanece na inconstância inalterável!!!
Sulca suspiros rasgados entre lábios que não encontra
Inerte, procura um caminho sem principio...
Cabelos macios irrequietos sopram ventos inacabados
E na memória traz algo que nunca lembrou, nunca soube...
Desgasta as mãos que não lhe estendem, [rudes]
Pinta na tela imagens sem cor...
Chora. Rolam na maciez descontrolada de seu rosto
Lágrimas de um vermelho vivo, dor de quem sente
E fica, parada na calçada deitada, acabada...
Cabelos soprados ao vento, vento da solidão!!!
E tudo pemanece na inconstância inalterável!!!
Sulca suspiros rasgados entre lábios que não encontra
Inerte, procura um caminho sem principio...
Cabelos macios irrequietos sopram ventos inacabados
E na memória traz algo que nunca lembrou, nunca soube...
Desgasta as mãos que não lhe estendem, [rudes]
Pinta na tela imagens sem cor...
Chora. Rolam na maciez descontrolada de seu rosto
Lágrimas de um vermelho vivo, dor de quem sente
E fica, parada na calçada deitada, acabada...
Cabelos soprados ao vento, vento da solidão!!!